A dívida prescreve em 5 anos?

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O número de consumidores inadimplentes no Brasil cresceu 3,13% (dados do mês de março) – a sexta alta consecutiva – e aproximadamente 62,1 milhões de pessoas encerraram o primeiro trimestre deste ano com os nomes negativados (sujos), de acordo com os dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Considerando os dados acima e o atual cenário econômico no Brasil, é crescente o número de endividados, pois podemos nos perder em meio a tantas contas ou esquecer de pagar algo até o vencimento.

As dívidas vencidas são inclusas nos serviços de proteção ao crédito, a exemplo do SPC/ Serasa para dar visibilidade e tornar de conhecimento geral para outras instituições que você contraiu uma dívida e não honrou com seu compromisso.

Algumas pessoas acreditam que a dívida “caducará” em 5 anos e deixará de existir após esse prazo, mas na verdade não é bem assim que funciona, a dívida continuará existindo junto ao credor (a empresa que você está devendo).

Todas as dívidas tem um prazo para prescrever, exatamente 5 anos. Após esse prazo, as dívidas não estarão visíveis nos serviços de proteção ao crédito, ou seja, deixam de ser aparentes para o mercado de crédito, o que significa que seu nome ficará limpo, a principio. Com o credor, a pendência continuará aberta, atrapalhando assim o seu relacionamento futuro com aquela empresa ou banco. As instituições a quem você deve, podem sim cobrar por essas dívidas, inclusive acionar o devedor na Justiça.

Se acaso houver interesse em regularizar as dívidas, indicamos aos leitores do Notícia Extra.com a negociar diretamente com o banco ou instituição, além de pedir revisão do contrato, antes mesmo de atrasar a primeira parcela de seus débitos e ter seu nome negativado.

Entrar com uma ação revisional de contratos adquirido com a instituição, significa seguir o caminho certo para saber se os juros aplicados não são abusivos, havendo grande chance de conseguir um bom acordo e regularizar assim sua situação financeira.

Fonte: extra.com

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