Sindicato acusa prefeitura de Lauro de Freitas de atrasar 13° salário; Município rebate

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Trabalhadores acusam município de “calote”; prefeitura diz que houve falha técnica no banco responsável pelo pagamento 

Servidores da prefeitura de Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador, afirmam que o município descumpriu o pagamento da segunda parcela do 13° salário, que deveria ter sido feito até o dia 20 de dezembro, conforme a lei determina.

Uma nota emitida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação (Asprolf) afirma que “centenas de servidores” estão sendo prejudicados. “Estamos a seis dias do ano novo e a Prefeitura Municipal de Lauro de Freitas e centenas de servidores da educação e de outras secretarias – efetivos e temporários – não receberam a segunda parcela do 13º salário”, diz.

O “calote”, termo usado pela entidade, estaria atingindo uma lista de mais de 200 servidores. O sindicato afirma ter procurado o Executivo municipal para obter esclarecimentos, mas a prefeitura “não explica nem o erro e nem dá previsão para o pagamento”. Por isso, a entidade anuncia que irá recorrer à Justiça para que os valores sejam pagos.

Outro lado

Em nota enviada ao BNEWS, a prefeitura afirma que o 13° dos servidores e seus terceirizados foi depositado “pontualmente” no dia 20. No entanto, “por falha técnica do banco detentor das contas salário”, alguns servidores estão enfrentando dificuldade em movimentar recursos junto à Caixa Econômica Federal, instituição bancária onde o dinheiro foi depositado, ou com inconsistências “que impediram o processamento no crédito”.

A prefeitura diz ainda que notificou a Caixa sobre a falha técnica por meio de um ofício para que o banco regularize a situação. “Salientamos que o referido banco encontra-se debruçado para resolução do problema em seus sistemas, que afeta pontualmente alguns servidores, e o município acompanha de forma diligente a resolução da demanda, que deverá ser efetivada com brevidade”, diz.

O Município ressalta que “reitera seu compromisso de respeito ao trabalhador e a trabalhadora, motivo pelo qual tem mantido todos os pagamentos rigorosamente em dia, apesar do cenário fiscal adverso atravessado pelos municípios Brasileiros nos últimos anos”.

Fonte: bnews.com.br

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