Vista do Centro de Assistência Médica e Resgate, na região de Irkutsk, na Rússia, em 5 de outubro de 2026. — Foto: Reuters
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse nesta terça-feira (6) que a Rússia deveria compartilhar mais informações sobre a morte de uma funcionária do laboratório do Instituto da Peste, ocorrida na semana passada.
Segundo a rede de TV estatal local, a mulher morreu após contrair pneumonia de causa “desconhecida”. A Rússia disse que a peste foi descartada, mas não revelou a causa da morte, o que gerou uma onda de temor no país por um novo surto da doença.
Na segunda-feira (5), o governo russo insistiu que a situação está sob controle. Ainda assim, Rubio pediu que a Rússia forneça mais detalhes do episódio e disse que Washington está acompanhando o caso “muito de perto”.
“Acho que cabe à Rússia, obviamente, compartilhar mais informações com o mundo”, disse Rubio a repórteres durante visita à Islândia. “Estamos acompanhando a situação muito de perto, hora a hora”.
Também nesta terça-feira (6), a imprensa russa relatou uma nova morte, também por causas suspeitas, no mesmo hospital em que a pesquisadora estava internada, na região de Irkutsk, no sudeste da Sibéria.
Nenhuma autoridade havia se manifestado sobre a suposta segunda morte até a última atualização desta reportagem.
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Pesquisadores trabalham em laboratório do Instituto Irkutsk de Pesquisa Antipraga da Sibéria e do Oriente, em imagem de 2019. — Foto: Instituto Irkutsk de Pesquisa Antipraga da Sibéria e do Oriente via AP
A mulher que morreu na semana passada trabalhava no Instituto de Pesquisa Antipeste da Sibéria e do Extremo Oriente, em Irkutsk. O hospital em que ela esteve internada foi colocado em quarentena.
A agência sanitária russa informou no domingo (4) que a mulher havia sido diagnosticada com “pneumonia de etiologia [origem] desconhecida” e declarou que testes “extensos” não detectaram “nenhum microrganismo associado às atividades profissionais da paciente”.
A agência também afirmou não ter encontrado incidentes no instituto “envolvendo microrganismos patogênicos”.
Fonte: Portal G1 Mundo









