Neymar e Carol Dantas Crédito: Reprodução/Instagram
A dinâmica familiar de Neymar voltou a repercutir nas redes sociais em meio à disputa da Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos. O comportamento de duas das mães dos filhos do atleta chamou a atenção do público, estabelecendo um forte contraste entre a relação de proximidade construída com Carol Dantas e o aparente distanciamento relatado por Amanda Kimberlly.

Mãe de Davi Lucca, de 14 anos, Carol Dantas viajou com o marido, Vinicius Martinez, e o filho caçula, Valentim, para apoiar o atacante do Santos no torneio mundial. Integrada ao núcleo familiar do jogador, a influenciadora digital de 31 anos tem compartilhado momentos de harmonia ao lado de Bruna Biancardi, atual companheira de Neymar, e das filhas do casal, Mavie, de dois anos, e Mel, de onze meses, incluindo passeios conjuntos pelos parques da Disney, em Orlando.

A presença constante de Carol nos eventos do craque gerou questionamentos de internautas, aos quais ela rebateu de forma enfática. Em suas redes sociais, a empresária destacou que sua boa convivência é fruto de uma postura cultivada há anos. “Não vou onde não sou convidada, não vou onde minha família não se sente amada. Eu recebo o que plantei há muitos anos: muito respeito e amor”, declarou Carol, rejeitando também as críticas sobre os custos da viagem ao afirmar que o jogador faz questão de reunir as pessoas que torcem por ele.
O posicionamento de Carol ganhou novos desdobramentos após um desabafo público de Amanda Kimberlly, mãe de Helena, de quase dois anos. A modelo usou suas redes sociais para rebater as críticas de que estaria proibindo a filha de conviver com o pai durante o Mundial. Segundo Amanda, a documentação e os vistos da bebê foram providenciados com antecedência, mas a viagem não ocorreu simplesmente porque a criança não foi chamada.
“Estamos no terceiro jogo e, em todos, a culpa sempre foi minha por a Helena não estar presente. A presença dela não foi solicitada por ninguém. Não houve convite para haver uma recusa”, desabafou a modelo, pedindo que o público pare de transferir a responsabilidade para terceiros e afirmando que o gerenciamento da rotina da filha cabe apenas a ela e ao pai da criança.
Fonte: Jornal Correio









